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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Olimpíadas de Londres 2012

Quero agradecer de coração, todos que torceram e vibraram por mim. Tenho certeza que essa vitória não e apenas minha. Mas de todos nós, povo Brasileiros. Quero agradecer à todos de coração.

domingo, 5 de agosto de 2012

Adriana Araújo vence cazaque na estreia e avança às quartas


Em Londres, boxe feminino aparece pela primeira vez na história dos Jogos Olímpicos

Entrando para a história neste domingo, a brasileira Erica Matos foi a primeira brasileira a subir no ringue na estreia do boxe feminino nos Jogos Olímpicos. A pugilista da Bahia enfrentou a venezuelana Karlha Magliocco, em luta bastante disputada, válida pela categoria peso mosca (até 51 kg), e foi derrotada por apenas um ponto na ExceL Arena: 15 a 14 para a atleta da Venezuela.

O primeiro round terminou com vitória para a pugilista da Venezuela, pelo placar de 3 a 2. Erica pareceu um pouco assustada no início do combate. Já no segundo round, a brasileira entrou com mais iniciativa no combate e venceu o assalto por 3 a 1, virando o placar.


No terceiro round, a luta ficou um pouco travada e a brasileira recebeu uma penalidade, que acrescentou automaticamente 2 pontos para a venezuelana. Em termos de golpes atingidos, o round terminou empatado em 3 a 3, mas, devido à penalidade, Karlha Magliocco venceu por 5 a 3. O quarto e último round, que contou com uma advertência para cada pugilista, terminou empatado em 6 pontos, o que garantiu a vitória da venezuelana Karlha Magliocco.

Quem também subiu no ringue da ExCeL Arena neste domingo foi Adriana Araújo, da categoria até 60 kg. Tomando a iniciativa durante todo o combate contra a cazaque Saida Khassenova, a brasileira estreou com vitória, pelo placar de 16 a 14, e avançou para as quartas de final do torneio de boxe feminino dos Jogos Olímpicos de Londres.

A paulista perdeu o primeiro round por 3 a 2, empatou o segundo em 4 pontos e venceu os dois assaltos restantes, por 4 a 2 e 6 a 5, respectivamente. No quarto e último round, inclusive, Adriana Araújo recebeu uma advertência ao golpear a cazaque enquanto a luta estava parada, o que deu automaticamente 2 pontos par Saida Khassenova.


Roseli Feitosa, da categoria até 75 kg, foi a terceira e última brasileira a lutar neste domingo na ExCeL Arena, ao enfrentar a chinesa Jinzi Li. A pugilista, natural de São Paulo, perdeu o duelo pelo placar de 19 a 14, sendo superada nos 3 primeiros rounds, por 4 a 2, 4 a 3 e 5 a 2, e vencendo apenas o último assalto, por 7 a 6.

Fonte: 
www.abrilemlondres.com.br

Adriana Araújo é 1ª brasileira a vencer no boxe olímpico


LONDRES - Adriana Araújo se tornou, neste domingo, 5, a primeira brasileira a vencer uma luta no boxe olímpico feminino. Segunda boxeadora do País a lutar nos Jogos de Londres, quando a modalidade faz sua estreia, ela venceu Saida Khassenova, do Casaquistão, por pontos - 16 a 14 - e avançou para as quartas de final do peso leve (até 60kg).

Na próxima etapa da competição ela luta contra Mahjouba Oubtil, do Marrocos, que ficou de bye na primeira rodada. Como não há decisão pelo terceiro lugar no boxe, mais uma vitória da brasileira garante uma medalha olímpica para o País.
A paulistana de 30 anos foi mais agressiva do que a casaque durante toda a luta, mas perdeu o primeiro round na visão dos árbitros. No segundo, a brasileira também tomou a iniciativa do combate, mas o assalto acabou empatado.

Ela só virou o placar no terceiro round, quando balançou a rival pela primeira vez. Já no assalto decisivo - cada um tem dois minutos -, Adriana foi punida, cedendo dois pontos à rival, mas mostrou ampla superioridade, tanto que duas vezes foi aberta contagem contra a atleta do Casaquistão.
Adriana se classificou aos Jogos de Londres ao terminar no quinto lugar o Mundial de Qinhunangdao, em maio. Na ocasião, ela perdeu nas quartas de final para a russa Sofya Ochigava, por 15 a 6, segunda cabeça de chave na Olimpíada. 

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Brasileiras vencem 4 na Programação Internacional


Na sexta-feira, dia 3, aconteceram os primeiros combates que fazem parte da preparação conjunta que Brasil, Argentina e Inglaterra realizam visando o Campeonato Mundial de Boxe Feminino que ocorrerá no mês de maio, na China.
 

As brasileiras venceram 4 das 5 lutas que participaram.
 
Os combates foram realizados no Clube Escola Santo Amaro, em Santo Amaro, São Paulo.
 
Os resultados foram os seguintes:
51 kg – Nicola Adams (ING) 15:5 Erica Matos (BRA)
54 kg – Clélia Costa (BRA) 28:12 Yanina Benavides (ARG)
60 kg – Amanda Coulson (ING) 10:8 Leonela Sánchez (ARG)
60 kg – Roselaine Silva (BRA) 19:15 Chantelle Cameron (ING)
60 kg – Natasha Jones (ING) 10:5 Dayana Sánchez (ARG)64 kg – Adriana Araujo (BRA) 16:7 Celeste Peralta (ARG)
75 kg - Roseli Feitosa (BRA) 53 (16:16) 51 Savannah Marshal (ING)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

"Mais bonito", boxe feminino brasileiro é favorito ao ouro no Pan


Roseli Feitosa (à esquerda) e Adriana Araújo (à direita) partem para o Pan com esperança de medalha e vaga olímpica
Foto: CBBoxe/Divulgação


DIEGO FREIRE
Pela primeira vez disputado nos Jogos Pan-Americanos, e confirmado na Olimpíada de 2012, o boxe feminino entra no calendário das grandes competições com a expectativa de resgatar o prestígio do esporte e render medalhas de ouro para o Brasil já em Guadalajara. Na disputa masculina, o País quebrou um jejum de 44 anos sem subir ao lugar mais alto do pódio com o meio pesado Pedro Lima, no Rio de Janeiro, em 2007.
Adriana Araújo (categoria até 60 kg) e Roseli Feitosa (até 75 kg) embarcaram para o México na última quinta, acompanhadas do treinador João Carlos Barros - o mesmo da Seleção masculina da modalidade -, entre as principais favoritas do torneio.
"Treinei bastante e agora só quero a medalha de ouro", afirmou ao Terra, objetivamente, Roseli Feitosa, com a confiança de quem conquistou o primeiro título mundial do boxe amador brasileiro, pela categoria peso leve, em setembro de 2010, na cidade de Bridgetown (Barbados).
Naquela ocasião, a brasileira foi superior desde o início e derrotou a cazaque Marina Volnova por 12 a 3 na final, repetindo a tranquilidade que encontrou para passar por Muhatia Mediatri Ques (Quênia), Selma Yagci (Turquia) e Timea Nagy (Hungria) nas fases anteriores.
A façanha antecedeu o recente triunfo do meio médio ligeiro Everton Lopes, campeão do mundo no último dia 9 de outubro, em Baku (Azerbaijão), após bater o ucraniano Denys Berinchyk. "O Everton está de parabéns, mas eu ganhei primeiro", brinca Feitosa, 22 anos.
Para ela, os bons resultados não serão eventos isolados e ilustram uma melhora na estrutura do boxe brasileiro: "hoje em dia há investimento e patrocínio. Eu consigo viver apenas do boxe e treinar sem preocupações, apenas focada em conquistar bons resultados", declarou.
Roseli acredita que carrega a "missão" de conseguir mais uma medalha de ouro para aumentar o número de torneios femininos do esporte no Brasil. Baseada na história pessoal, ela sabe que há um razoável número de praticantes no País, mas ainda há carência de competitividade.
"Eu comecei meio sem querer, jogava vôlei em Osasco e tive que abandonar o esporte para estudar e trabalhar. Procurei uma luta só para para manter a forma, que é como geralmente todos fazem. Lá conheci o meu marido, mestre de muay thai e capoeira, e peguei gosto", conta.
Baiana entrou no esporte por "vingança"
"Treinei por dez anos para viver esse momento. Será a grande competição da minha carreira e estou decidida a levar o ouro para o Brasil. Estou preparada como nunca", disse, determinada, Adriana Araújo, 30 anos.
A baiana, dona de diversos ouros em disputas continentais, vê americanas e canadenses como as principais adversárias pelo pódio em Guadalajara 2011. À exemplo de Feitosa, a companheira de Seleção também buscou o boxe para manter a forma, mas admite ter seguido adiante por uma "vingança pessoal".
"Eu sempre adorei esporte e fiquei muito triste quando tiver que abandonar o futebol na categoria de base do Vitória para estudar e trabalhar. Não conseguia ficar parada e uma amiga minha me convenceu a tentar boxe. Eu comecei sem muitas pretensões, e era sparring (parceiro de treinamento de pugilistas) de um aluno do professor Rangel de Almeida. Fiquei com raiva de apanhar tanto daquele menino e resolvi me vingar, treinei muito e depois dei uma surra nele", lembra Araújo, aos risos.
Acostumada a treinar com homens, ela acredita que o boxe feminino é muitas vezes mais "bonito de se ver" do que o masculino, já que, por terem menos força, as mulheres usariam mais a técnica e a agilidade nas lutas. "Tem gente que não assiste mais boxe, que fala que o boxe anda mal, deveriam ver mais lutas femininas", recomenda.
Adriana se recorda de ter sofrido preconceito no início da carreira, quando se acostumou a ouvir que deveria "pilotar um fogão" e deixar que homens treinassem. "Felizmente a mentalidade mudou, o boxe feminino ganhou muito respeito pelos resultados e hoje é raro ouvir essas coisas, o que eu mais recebo são elogios", comemora a atleta.
As duas boxeadoras sonham com vaga na Olimpíada de Londres, em 2012, e sabem que bons resultados no Pan são fundamentais para manter a pontuação necessária no ranking mundial. Adriana espera uma disputa de alto nível em Guadalajara, mesmo com o obstáculo da altitude de cerca de 1.500 m.
"A altitude vai ser uma grande dificuldade, já tive que enfrentar em um torneio no Equador e sei como atrapalha. Mas, afinal, a altitude estará lá tanto para mim quanto para as minhas adversárias e sei que isso não é desculpa para não conseguir uma medalha. O ouro vai ser de quem focar mais", analisou Adriana Araújo, pioneira de uma modalidade que, desde as primeiras disputas, mostra o grande potencial para crescer no Brasil.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Adriana conquista o ouro


Brasil conquista o ouro em Astana



A vibrante torcida da casa e a dureza da adversária não intimidaram a brasileira Adriana Araujo

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Adriana vence a cazaque Yeva Tugamba




Primeira vitória no Cazaquistão










O Brasil estreou com vitória no ll International Boxing Women Tournament Astana 2011, que está sendo realizado em Astana, no Cazaquistão.

Na categoria leve, a brasileira Adriana Araujo venceu a cazaque Yeva Tugamba pelo expressivo placar de 18 a 6. A outra brasileira que está participando da competição, Roseli Feitosa, fará sua estreia no próximo dia 15.


Este torneio, que conta com a participação de 89 atletas de ponta de oito países, faz parte da preparação do boxe brasileiro para os jogos Pan-americanos de Guadalajara, que serão realizados entre os dias 14 e 30 de outubro deste ano.

Estão participando da competição os seguintes países:
Brasil

Kirguistão

Canadá

Holanda

Marrocos

Tajiquistão

Cazaquistão com três equipes

Rússia com duas equipes

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Equipe feminina permanece treinando no Cazaquistão






Componentes da equipe brasileira de boxe feminino permanecem na cidade de Almaty, Cazaquistão, treinando em conjunto com a seleção cazaque até o dia 12. A partir desta data as boxeadoras brasileiras participarão de torneio internacional em Astana, capital do Cazaquistão.

Os pugilistas brasileiros do selecionado masculino, que se encontravam em Almaty treinando com os boxeadores do quadro cazaque, embarcaram de volta para o Brasil e a chegada ao país é prevista para a manhã de hoje.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Atleta Brasileira no Pan 2011 - UOL Esporte


Adriana Araujo 

04/11/1981 (29 anos)
Salvador/BA


Adriana Araújo jogava futebol nas categorias de base do Vitória antes de se decidir pelo boxe.





Adriana Araújo luta boxe desde 2000 e ficou "maravilhada" ao saber que haveria competição feminina da modalidade no Pan e nos Jogos Olímpicos.



Com as palavras "disciplina" e "dedicação" pintadas nas paredes, clube da zona sul de São Paulo abriga treinos da seleção de boxe desde o início de 2011.